É tempo de resolver a incapacidade dos pacientes usuários de próteses dentárias
Milhões de pessoas em todo mundo são edêntulas (desdentadas). Já que estas perderam uma parte do corpo (para ser mais exato, até 32 partes), pessoas edêntulas são fisicamentes incapacitadas, de acordo com os critérios da organização mundial de saúde (OMS). A perda de todos os dentes causa falta de habilidade em pessoas que usam próteses totais convencionais porque elas tem dificuldade de realizar duas das tarefas mais essenciais da vida, a mastigação e a fala.
Um pequeno número de usuários de próteses é verdadeiramente incapacitado e evitam falar em público e comer com qualquer pessoa, menos seus familiares mais próximos. Esses indivíduos tem oportunidades de sucesso limitadas na maioria das profissões com resultado do estigma social que esta ligado ao uso de próteses totais, particularmente aquelas que não estão bem adaptadas.
Chegou a hora de o par de “chapas” acrílicas do século 20 juntarem-se aos artefatos antigos nas prateleiras dos museus. Os pacientes incapacitados merecem algo melhor neste novo século que são os implantes dentários.
O que é implante imediato com estética ou carga imediata?
É o implante instalado em alvéolo pós extração, cuja perda dentária normalmente está associada há traumatismo dento-alveolar, doença periodontal avançada; transtornos endodônticos; fratura radicular e reabsorção radicular, que pode estar acompanhada de reabsorção parcial de uma ou mais paredes ósseas. Para que a instalação do implante imediato seja viável deverá apresentar no mínimo três paredes íntegras e comprometimento em altura de no máximo 5mm de uma das paredes, para permitir a instalação de implante com segurança e previsibilidade em relação a estética.
Dentre as principais vantagens dessa técnica destacam-se a preservação dos tecidos gengivais e das papilas na zona estética, instalação do implante em posição e inclinação parecida com a do dente natural e sensível redução da morbidade cirúrgica, além de importante redução no período e no custo de tratamento para o paciente.
Dr. Mauricio Toledo
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