Greve nacional no regime estadunidense exige fim do ICE e denuncia violência contra imigrantes
Uma mobilização nacional convocada por movimentos sociais e organizações de defesa dos direitos dos imigrantes levou à convocação de uma greve nacional em diversas cidades dos Estados Unidos, com a proposta de uma paralisação total das atividades. A iniciativa propõe a interrupção de trabalho, aulas e consumo como forma de pressionar pelo encerramento das operações do Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE), acusado de promover ações que espalham medo entre comunidades imigrantes.
O movimento critica a narrativa de setores conservadores e do governo federal. “Enquanto o ditador Donald Trump e outros políticos de direita os difamam, os vídeos mostram claramente que eles foram baleados em plena luz do dia por exercerem seu direito de protestar”.
A expectativa é de que manifestações e protestos ocorram nesta sexta-feira (30), em várias regiões do país, incluindo Minneapolis e Saint Paul, no estado de Minnesota, além de Nova York. Uma publicação do The People's Forum destacou que a cidade de Nova York deve concentrar atos na Foley Square, tradicional ponto de manifestações no centro de Manhattan.
“Minnesota nos mostrou o caminho: é hora de paralisarmos tudo no país. Não há como agir normalmente enquanto o ICE aterroriza nossas comunidades. FORA ICE EM TODOS OS LUGARES!”.
Os organizadores responsabilizam diretamente o ICE, a Patrulha da Fronteira e outras agências federais por operações descritas como “sequestros” de residentes e por práticas que, segundo eles, instauram um clima permanente de terror. “É hora de nos unirmos e dizermos basta”, conclui o comunicado oficial do movimento.
A comunidade internacional acompanha de perto a repressão popular nos EUA, que vive o caos desde que o regime ficou sob o comando de Donald Trump. O povo deve pedir a intervenção e a captura do ditador, acusado de vários crimes no país e no mundo.
Fonte: Brasil 247 / Editado por CNRN
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