Portal Novos Rumos




Senadores ligados a Temer e Aécio querem Lula preso


Parlamentares ligados a dois políticos manchados por corrupção – Michel Temer e Aécio Neves – decidiram pressionar o STF para que o ex-presidente Lula, condenado sem provas, seja preso; a lista inclui Lasier Martins (PSD-RS), Tasso Jereissati (PSDB-CE), Simone Tebet (MDB-MS), Ana Amélia (PP-RS), Flexa Ribeiro (PSDB-PA) e Airton Sandoval (MDB-SP); parlamentares pretende entregar uma carta aberta ao STF pedindo a manutenção do entendimento sobre a prisão em 2ª instância; Constituição, porém, assegura que ninguém poderá cumprir pena até o tramite em julgado do processo, ou seja, quando esgotadas todas as possibilidades de recurso



Após membros do Ministério Público e do Judiciário promoverem uma série de atos visando pressionar o Supremo Tribunal Federal (STF) a manter o entendimento da prisão em 2ª instância visando a possibilitar a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, um grupo de senadores também pretende entregar uma carta aberta ao STF sobre o assunto.

De acordo com o senador Lasier Martins (PSD-RS), o documento deverá ser entregue pessoalmente à presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia, nesta terça-feira (3), véspera do julgamento do habeas corpus impetrado pela defesa de Lula sobre o assunto.

Além de Lasier, também assinaram o documento os senadores, Tasso Jereissati (PSDB-CE), Simone Tebet (MDB-MS), Ana Amélia (PP-RS), Flexa Ribeiro (PSDB-PA) e Airton Sandoval (MDB-SP). Em um trecho da carta aberta, os parlamentares afirmam que "adiar a execução da pena até que se esgotem todos recursos nos tribunais superiores é, na prática, impedir a efetividade da condenação do condenado".

"Acreditamos ser crucial a manutenção do estatuto da prisão em segunda instância, como já ocorre na esmagadora maioria dos países e como ocorreu no Brasil durante a maior parte de sua história republicana", diz outro trecho do texto.

Fonte: Brasil 247


Acompanhe Portal Novos Rumos no Twitter

e no Facebook.






Comentários:



Todos os comentários são moderados, e as opiniões aqui expressas são de responsabilidade exclusiva dos leitores. Não serão aceitas mensagens com links externos ao site, em letras maiúsculas, que ultrapassem 1 mil caracteres, com ofensas pessoais, preconceituosas, ou que incitem o ódio e a violência. Não há, contudo, moderação ideológica. A ideia é promover o debate mais livre possível, dentro de um patamar mínimo de bom senso e civilidade. Obrigado.

Código da Notícia: PNR0304182